Sabrosa Concelho
Sabrosa, está limitado a Norte pelos concelhos de Vila Pouca de Aguiar e Murça, a Nascente pelo rio Pinhão a fazer de limite natural quase na sua totalidade, a Poente, pelos concelhos de Vila Real e Peso da Régua, e a Sul pelo rio Douro.
O concelho abrange uma área de 156,5 Km2, é composto por 15 freguesias e 7.033 habitantes. Tem uma densidade populacional de 45 habitantes por Km2.
Terra de bons vinhos

Celeirós situa-se na parte sudeste do concelho de Sabrosa. Está incluída no Alto Douro Vinhateiro, Região Demarcada do Douro, como que «suspensa sobre o rio Pinhão, na feliz expressão de Santa Anna Dionísio.
A ordenação heráldica da freguesia, publicada em 16 de Janeiro de 2003, é a seguinte: Armas – Escudo de azul, dois cachos de uvas de ouro, folhados de prata, entre duas chaves passadas em aspa, com os palhetões para cima, a da
dextra de ouro e a da sinistra de prata, em chefe e um leão de prata, armado e lampassado de ouro, em campanha. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: ” CELEIRÓS – SABROSA “.
História
O primeiro documento relativo ao território da actual freguesia data de 1160. Nesse ano, a 4 de Dezembro, D. Afonso Henriques concedeu carta de foral à população. Era uma área de espessos matagais e a atribuição do foral teve como objectivo desenvolver a região.
Igreja Paroquial de Celeirós

A Igreja Paroquial de Celeirós, consagrada a S. Pedro, tem no portal axial a data de 1777. É uma igreja de fachada-torre, faz parte de um conjunto constituído por uma moradia brasonada, a Casa da Fonte, e pela Capela de S. Francisco. O estilo arquitectónico é o joanino.
Casa da Fonte

Quanto à Casa da Fonte, é um dos solares mais importantes da freguesia. Com características maneiristas e barrocas, o edifício tem planta quadrangular, com pátio central a descoberto, e capela não adossada ao corpo principal. As fachadas têm dois pisos, na principal separados por friso, terminada em duplo friso e cornija, com pilastras toscanas nos cunhais e rasgada, no piso térreo, por portas de verga recta simples intercaladas por vãos e, no segundo, por janelas de sacada, encimadas por cornija contracurvada.
Capela de S. Francisco
Quanto à Capela de S. Francisco, merece destaque no interior o retábulo-mor barroco em talha dourada.
Fonte Velha de Celeirós
A Fonte Velha de Celeirós ergue-se no limite exterior, próximo do casario da povoação. Terá sido construída entre os séculos XVII e XVIII, visto já ser referida nas «Memórias Paroquiais» de 1758. É uma fonte de espaldar, de planta rectangular e corpo paralelipipédico, com vários elementos barrocos. A cruz é recente e de tratamento grosseiro em relação ao estilo da fonte.
Produção de Vinho
O vinho, como se disse antes, é um dos «ex-libris» da freguesia. Produzido na Quinta do Bucheiro, deve o seu aroma e sabor macio às uvas das castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca e ao prolongado estágio nos velhos armazéns para posterior engarrafamento na Quinta, pós sistema automático e sanitizado, após a sua certificação oficial.
História da Quinta do Bucheiro
Esta Quinta tem história na região. Pertencia já aos Anais da Região, propriedade que pertenceu, nos anos de Oitocentos, a Joaquim Pinheiro de Azevedo Leite Pereira. Para além do Ceirós tinto, produz vários Vinhos do Porto de grande qualidade.
Para mais Informações:
Celeirós – Câmara Municipal de Sabrosa;
(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
Covas do Douro


História

Informações Úteis
Património
Outras Informações e Curiosidades

Festas e Romarias; Orago S. João Batista; Festa em honra de S. Domingos (04 de agosto); de 3 em 3 anos; Donelo – Festa em honra de Stª Mª Madalena;
Tradições: Lagaradas na época de vindima; Janeiras; Noite de S. João – Os foliões vão à porta das pessoas, tiram-lhes os vasos das plantas e expõem-nos ao longo do baile, onde posteriormente os donos os vão recolher.Para mais Informações:
Covas do Douro – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
Gouvinhas

Gouvinhas é uma freguesia do extremo noroeste do concelho de Sabrosa, muito perto dos vizinhos concelhos de Peso da Régua e Vila Real e do distrito de Viseu.
História
A antiga freguesia era uma vigairaria da apresentação “ad nutum” do prior de Santa Maria de Goães. Mais tarde, passou a ser uma reitoria independente. Há um importante documento de 11 de Maio de 1580 que refere Gouvinhas. Nele, o papa Gregório XIII concede indulgências à Irmandade do Santíssimo Sacramento.
Memórias Paroquiais
Integração Administrativa
Igreja Paroquial de Gouvinhas

A Igreja Paroquial de Gouvinhas, consagrada a Santa Maria Madalena, é o mais importante bem patrimonial da freguesia. Foi construída em meados do século XVIII, sabendo-se da existência de um contrato, em 1743, com o mestre carpinteiro José da Silva, morador no lugar de Constantim, para a execução da capela-mor e sacristia por 150 mil réis.
Casa dos Morgados de Gouvinhas
A Casa dos Morgados de Gouvinhas, construída no século XVIII, é uma casa brasonada com capela, de planta rectangular, composta por dois corpos, o principal e o piso térreo, ocupado com lojas e lagar, e capela adossada.
Para mais Informações:
Gouvinhas – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
A Freguesia de Paços

A freguesia de Paços, uma das mais antigas do concelho de Sabrosa, fica muito perto da freguesia-sede, na margem direita do rio Pinhão. É composta pelos lugares de Fermentões, Sobrados e Vilela do Douro. O povoamento da área em que se encontra esta freguesia remonta à pré-história. As mamoas do período Neolítico e o Castro de S. Martinho, da Idade do Ferro, assim o comprovam.
Ordenação Heráldica
Monumentos Megalíticos
História da Freguesia


A primeira referência escrita à freguesia data de 1220, nas Inquirições ordenadas por D. Afonso II. Em 1258, nas Inquirições, a Igreja de Santa Maria de Paços possuía uma ermida, que, diz o documento, pertencera em tempos à coroa. Quanto ao nome da freguesia, aparece, pela primeira vez, em 1086, como “Palacios”. Em 1258 aparece como “Pacios”. Em 1290 surge já como “Paaços” – Paços.
Património Edificado
Cruzeiro da Senhora dos Aflitos
Para mais Informações:
Paços – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

S. Leonardo de Galafura

S. Leonardo de Galafura é uma das freguesias do extremo oriental do Peso da Régua. Daqui se alcançam vistas extraordinárias sobre o Douro, as mesmas que Miguel Torga evocou nas suas obras. Uma necrópole medieval cristã confirma a antiguidade do seu povoamento. Classificado como Imóvel de Valor Concelhio, este conjunto de quatro sepulturas escavadas no xisto, de planta sub-rectangular, deve datar do século VII.
Vestígios Históricos

Nas proximidades, foram encontrados vestígios romanos, nomeadamente tijolos, tegulas e fragmentos de talhas romanas, o que faz pressupor que o local terá sido utilizado anteriormente. O nome da freguesia, segundo a lenda, deriva de um rei mouro que governava o fortim de S. Leonardo, chamado “Galafre”.
História Administrativa
Pontos de Interesse

Para além das sublimes paisagens, merecem destaque em S. Leonardo de Galafura os marcos que delimitam a zona de produção dos vinhos generosos do Douro, classificados como Imóvel de Interesse Público; o conjunto edificado da Igreja Matriz, Campanário e Cruzeiro, também classificado como Imóvel de Interesse Público; e ainda o Cemitério Mouro, a Quinta de Matos e as Capelas de S. Leonardo e de Santo António.
Citação de Miguel Torga



«À proa dum navio de penedos, A navegar num doce mar de mosto, Capitão no seu posto De comando, S. Leonardo vai sulcando As ondas Da eternidade, Sem pressa de chegar ao seu destino. Ancorado e feliz no cais humano, É num antecipado desengano Que ruma em direcção ao cais divino.» (Miguel Torga)
Covelinhas


Covelinhas nasceu e cresceu com vista para o rio Douro, nele reflectindo toda a sua simplicidade. Junto à margem passa a linha de caminho de ferro, que possibilita, saindo da Régua e indo até ao Pocinho, um dos mais belos itinerários ferroviários de sempre. Covelinhas é uma zona de futura expansão turística.
História Antiga
Os romanos, após a conquista da Península e a expulsão dos cartagineses, cerca de 202 AC, começaram a fortificar os povos para se defenderem dos inimigos, edificaram entre muitos crastos, o de Vilarinho dos Freires e o de Covelinhas. Já no princípio da monarquia, Covelinhas teve alguma importância, tendo-lhe D. Afonso Henriques dado foral, que se encontra na Torre do Tombo. Covelinhas foi repovoada por D. Sancho I, tendo pertencido ao concelho de Canelas, até à extinção do mesmo, em Dezembro de 1853.
Tradição Local
Para mais Informações:
Junta de Freguesia de Galafura e Covelinhas; Câmara Municipal de Peso da Régua;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
A Freguesia de Sabrosa

Sede de concelho, a freguesia de Sabrosa é habitada desde tempos imemoriais. O Castro de Sabrosa, conhecido também como Castelo dos Mouros ou Castelo de D. Sancha, é o seu vestígio arqueológico mais importante. Classificado como Imóvel de Interesse Público, começou a ser povoado durante a Idade do Ferro, sendo que esse povoamento continuou durante o período romano e durante a Idade Média.
Localização e Estrutura do Castro


Está implantado num disfarçado cabeço que se desenvolve na vertente leste da serra do Criveiro. Dali se obtém uma excelente perspectiva sobre o vale do rio Pinhão, ideal para a defesa do povoado. É composto por três ordens de muralhas em granito, um duplo fosso e provavelmente um campo de pedras fincadas.
Espólio Arqueológico
Património Edificado


Outros Elementos do Património Local
Para mais Informações:
Sabrosa – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
A Freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão


S. Lourenço de Ribapinhão está situada na parte norte do concelho de Sabrosa. Como o próprio nome indica, toda a sua história está ligada à sua localização geográfica e à presença do rio Pinhão.
Ordenação Heráldica
Fonte de Nossa Senhora da Saúde
Capela de Nossa Senhora da Saúde

A Capela de Nossa Senhora da Saúde deve datar do século XVII. Templo maneirista, barroco e neoclássico, merece destaque pelo interior, com os seus retábulos rococós e neoclássicos.
Capela de Nossa Senhora da Conceição
Para mais Informações:
S.Lourenço de Ribapinhão – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
A Freguesia de Souto Maior

A freguesia de Souto Maior fica na parte oriental do concelho de Sabrosa, no limite com o vizinho município de Alijó. A cinco quilómetros da sede do concelho, é constituída pelos lugares de Feitais e de Souto Maior. Algumas fortificações castrejas, no extremo sul da freguesia e no seu limite com Sabrosa, demonstram a antiguidade do seu povoamento. Nomes como Antas, Lagelo ou Crestelo têm um sentido claramente arqueológico. Souto Maior, por seu turno, parece ter um sentido geográfico.
História de Souto Maior
Da história de Souto Maior, ressalta o facto de ter sido concelho. De pequenas dimensões, os seus limites correspondiam sensivelmente à área da atual freguesia. Recebeu carta de foral de D. Sancho I em 1196. Foi senhor da freguesia o Conde Gomes Echíguiz, da descendência dos Sousões, que era dono de uma vasta região de Ribapinhão. A povoação chamava-se então Souto de Panóias. Em termos eclesiásticos, em 1320, segundo o Catálogo das Paróquias do Reino, realizado por ordem de D. Dinis, toda a área da atual freguesia pertencia ao bispado de Braga.
Limites do Antigo Concelho
Património Edificado
Antiga Escola Primária de Souto Maior
Igreja Matriz

Quanto à Igreja Matriz, consagrada a Santa Comba, data a sua construção do século XVIII. Sabe-se que um tal de António Pereira, do lugar de Pegarinhos, trabalhou como mestre pedreiro na obra em 1795, essencialmente na parte das casas paroquiais. É um templo modesto, cuja fachada principal termina em empena. Uma janela retangular sobrepuja o portal principal. Alguns metros à frente da fachada principal, um pequeno campanário com dois sinos.
Para mais Informações:
Souto Maior – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
A Freguesia de Torre do Pinhão


Torre do Pinhão é a freguesia mais a norte do concelho de Sabrosa, situada muito perto dos concelhos de Vila Real e Vila Pouca de Aguiar. O povoado fortificado de Murada parece datar da Idade do Ferro. De dimensões médias, está situado num cabeço em esporão da Serra da Padrela. É defendido por uma linha de muralha construída que, nalguns pontos, tem dois metros de altura. O povoado encontra-se em posição dominante à Ponte do Arco e à via romana por esta servida, razão pela qual devia continuar a ser habitado durante o período romano.
História da Freguesia
Paróquia de S. Tiago
Património Edificado


Em termos de património edificado, uma primeira palavra para o Santuário do Senhor dos Aflitos, situado no extremo da freguesia e ao qual se chega pela Estrada Municipal Torre de Pinhão – Vreia de Jales. Implantado no cimo do monte, adapta-se de forma admirável ao declive da superfície rochosa. Este templo, construído no século XX, é composto por capela de planta longitudinal. As fachadas terminam em cornija, a principal em empena truncada por sineira e rasgada por portal de verga reta. No mesmo local, terá existido em tempos uma outra capela.
Igreja Paroquial
A Igreja Paroquial, consagrada a S. Tiago, ergue-se no centro da povoação. Construída na primeira metade do século XVIII, embora com alterações posteriores. É um templo maneirista, barroco e revivalista, de planta longitudinal, composta por nave única e capela-mor. A fachada principal termina em frontão triangular truncado por uma dupla sineira. No interior, apresenta coro-alto de madeira, um retábulo barroco (o lateral do lado da Epístola) e os restantes retábulos revivalistas. Os tectos são pintados com pintura revivalista de caráter vernacular, típicas da década de 1970.
Arquitetura Tradicional
Para mais Informações:
Torre do Pinhão – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Brasão - S.Cristovão do Douro

Brasão - Gouvães do Douro

Brasão - Provesende
A Aldeia de Provesende
Situada em pleno Alto Douro Vinhateiro, a aldeia de Provesende, em Sabrosa, é um recanto a não perder. Na margem norte do rio Douro, a sua localização no alto de um planalto oferece uma vista singular sobre a região vinhateira mais antiga do mundo, Património Mundial da Unesco. As muitas vinhas que a rodeiam, a praça principal da aldeia e os seus magníficos edifícios oferecem uma viagem no tempo com muito para descobrir. Venha conhecer esta pérola do Douro!
Património e Arquitetura

Provesende é uma aldeia bem preservada que promete encantar com seu património único e singular. Num passeio prolongado pelas ruas da aldeia, observe os solares em granito e as várias casas nobres que atestam o poder e a riqueza da região. O local preserva um belo Pelourinho e, no centro da aldeia, junto à Igreja Matriz, de traça setecentista, está o Fontanário em granito, datado de 1755. Não deixe de visitar também, junto a esta fonte, uma padaria típica cuja configuração se mantém idêntica à data em que abriu portas: 1940.
Museu da Filoxera
Eventos e Festividades
Para mais Informações:
Fonte:www.aldeiasportugal.pt
Provesende por Márcia Santos Barros
Paradela de Guiães


Paradela de Guiães é uma freguesia do extremo ocidental do concelho de Sabrosa, no limite com o vizinho município de Vila Real. Situada no vale do rio Ceira, dista nove quilómetros da sede do concelho.
Origem do Nome
Guiães
História
Património
A Fonte Bento da Rocha Cabral
O Solar dos Pessanhas
O Cruzeiro do Largo do Eiró
Para mais Informações:
União de Freguesias de São Martinho de Anta e Paradela de Guiães – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)
Vilarinho de S. Romão
Povoado Fortificado
O povoado fortificado do Monte de S. Pedro começou a ser povoado na Idade do Ferro e esse povoamento prolongou-se pelo período romano. No seu interior, foram encontrados à superfície abundantes fragmentos de cerâmica romana e urnas funerárias. Em finais do século XIX, ainda eram visíveis partes da muralha defensiva. Deveria ficar num cabeço sobranceiro ao rio Pinhão, em frente à aldeia de Paradelinha, mas a inexistência de vestígios na atualidade dificulta que haja certezas sobre este assunto.
História da Freguesia
A freguesia é referida pela primeira vez nas Inquirições de 1220, de D. Afonso II. Era uma das terras iniciais de Panóias. Em 1706, a igreja era do padroado de Santo Eloi, da cidade do Porto, dos religiosos de São João Evangelista, cujo reitor apresenta um religioso da Ordem pelo prazo de três anos.
Alojamento
Igreja Paroquial

Continuando na senda do património, temos também a Igreja Paroquial de Vilarinho de S. Romão. Foi construída em 1743, segundo inscrição no portal axial. De características maneiristas e barrocas, apresenta planta longitudinal, composta por nave e capela-mor. A fachada termina em frontão de lances e é rasgada por um portal de verga reta. Tem adossada torre sineira de três registos, mas de época posterior à da própria igreja.
Capela de Santo Amaro
Solar dos Pereiras Lagos
Fonte das Lavandeiras
Ordenação Heráldica

Para mais Informações:
Vilarinho de São Romão – Câmara Municipal de Sabrosa;(Fonte: www.retratoserecantos.pt)







