Sabrosa Concelho

Sabrosa, está limitado a Norte pelos concelhos de Vila Pouca de Aguiar e Murça, a Nascente pelo rio Pinhão a fazer de limite natural quase na sua totalidade, a Poente, pelos concelhos de Vila Real e Peso da Régua, e a Sul pelo rio Douro.

O concelho abrange uma área de 156,5 Km2, é composto por 15 freguesias e 7.033 habitantes. Tem uma densidade populacional de 45 habitantes por Km2.

Sabrosa Concelho Mapa

Terra de bons vinhos

Brasão de Celeiros
Brasão – Celeirós

Celeirós situa-se na parte sudeste do concelho de Sabrosa. Está incluída no Alto Douro Vinhateiro, Região Demarcada do Douro, como que «suspensa sobre o rio Pinhão, na feliz expressão de Santa Anna Dionísio.

A ordenação heráldica da freguesia, publicada em 16 de Janeiro de 2003, é a seguinte: Armas – Escudo de azul, dois cachos de uvas de ouro, folhados de prata, entre duas chaves passadas em aspa, com os palhetões para cima, a da

dextra de ouro e a da sinistra de prata, em chefe e um leão de prata, armado e lampassado de ouro, em campanha. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: ” CELEIRÓS – SABROSA “.

História

O primeiro documento relativo ao território da actual freguesia data de 1160. Nesse ano, a 4 de Dezembro, D. Afonso Henriques concedeu carta de foral à população. Era uma área de espessos matagais e a atribuição do foral teve como objectivo desenvolver a região.

Igreja Paroquial de Celeirós

Igreja Paroquial de Celeirós
Igreja Paroquial de Celeirós

A Igreja Paroquial de Celeirós, consagrada a S. Pedro, tem no portal axial a data de 1777. É uma igreja de fachada-torre, faz parte de um conjunto constituído por uma moradia brasonada, a Casa da Fonte, e pela Capela de S. Francisco. O estilo arquitectónico é o joanino.

Casa da Fonte
Casa da Fonte
Casa da Fonte
Casa da fonte
Casa da Fonte

Quanto à Casa da Fonte, é um dos solares mais importantes da freguesia. Com características maneiristas e barrocas, o edifício tem planta quadrangular, com pátio central a descoberto, e capela não adossada ao corpo principal. As fachadas têm dois pisos, na principal separados por friso, terminada em duplo friso e cornija, com pilastras toscanas nos cunhais e rasgada, no piso térreo, por portas de verga recta simples intercaladas por vãos e, no segundo, por janelas de sacada, encimadas por cornija contracurvada.

Capela de S. Francisco

Quanto à Capela de S. Francisco, merece destaque no interior o retábulo-mor barroco em talha dourada.

Fonte Velha de Celeirós

A Fonte Velha de Celeirós ergue-se no limite exterior, próximo do casario da povoação. Terá sido construída entre os séculos XVII e XVIII, visto já ser referida nas «Memórias Paroquiais» de 1758. É uma fonte de espaldar, de planta rectangular e corpo paralelipipédico, com vários elementos barrocos. A cruz é recente e de tratamento grosseiro em relação ao estilo da fonte.

Produção de Vinho

O vinho, como se disse antes, é um dos «ex-libris» da freguesia. Produzido na Quinta do Bucheiro, deve o seu aroma e sabor macio às uvas das castas Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca e ao prolongado estágio nos velhos armazéns para posterior engarrafamento na Quinta, pós sistema automático e sanitizado, após a sua certificação oficial.

História da Quinta do Bucheiro

Esta Quinta tem história na região. Pertencia já aos Anais da Região, propriedade que pertenceu, nos anos de Oitocentos, a Joaquim Pinheiro de Azevedo Leite Pereira. Para além do Ceirós tinto, produz vários Vinhos do Porto de grande qualidade.

Para mais Informações:

Celeirós – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Covas do Douro

Brasão - Covas do Douro
Brasão Covas do Douro
Covas do douro
Covas do Douro
Localização e Área: Covas do Douro está situada a 25 km ao sul da sede do concelho, com uma área total de 19,6 km². A freguesia inclui as povoações de Pesinho, Chanceleiros e Donelo. História Administrativa: Em 1839, Covas do Douro pertencia ao concelho de Vila Real. Em 1852, foi integrada no concelho de Provesende, que foi extinto em 1853, passando então a fazer parte do concelho de Sabrosa. Produção Agrícola: A freguesia é conhecida pela produção de vinhos de alta qualidade, além de laranjas e tangerinas. Serviços Disponíveis: Os habitantes têm acesso a serviços de recolha de lixo, abastecimento de água, tratamento de águas residuais e um posto de correio. Patrimônio Histórico: Em 1758, o pároco local mencionou a descoberta de um sino antigo no Penedo do Sino, além de vestígios de dois castelos ou torres e várias moedas de cobre e prata dos imperadores Adriano e Justiniano. Na povoação de Donelo, destaca-se uma sepultura medieval, conhecida como a sepultura do Chão de Mouro, feita em xisto.

História

covas do douro
Covas do Douro
Na sua área existem notáveis vestígios arqueológicos de um primitivo povoamento remotíssimo. Segundo a informação do pároco em 1758, “…há aqui um sítio a que chamam Penedo do Sino, por nele terem encontrado um, antiquíssimo”. Havia duas minas de chumbo, ambas do Sr. Ladislau Zorzechi, uma no sítio d’ Água Alta e outra no Vale da Macieira. Obteve os direitos de descoberta em novembro de 1871. Outro sítio mais vizinho que chamam de Castelos ou Tôrres, porque nele se veem ainda os vestígios de dois; nas circunvizinhanças têm-se descoberto em escavações numerosas moedas de metal (cobre e prata) dos imperadores Adriano e Justiniano. No lugar de Donelo, sendo uma área xistosa, encontra-se uma sepultura CHÃO DOS MOUROS – de tipologia semelhante à das TOUÇAS em Vilar de Celas, freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão.
Informações Úteis
Nome da Freguesia: Covas do Douro Distância a Sabrosa: 22 km Área: 1960 ha Povoações: Chanceleiros, Covas do Douro, Donelo, Ferrão, Pesinho Demografia: A freguesia de Covas do Douro tinha uma população de 363 habitantes, segundo o censo de 2021, resultando numa densidade populacional de 18,5 hab./km². A freguesia é formada pelos lugares de Chanceleiros, Covas do Douro (sede), Donelo do Douro, Ferrão, Pesinho e Poça.
Património
O património da freguesia inclui a Igreja Paroquial de São João Baptista, localizada no sítio do Passal, e várias capelas, como a Capela de São Salvador em Chanceleiros, a Capela de São Gonçalo em Pesinho, a Capela de Santa Maria Madalena em Donelo, e a Capela de Nossa Senhora da Conceição em Covas do Douro.
Outras Informações e Curiosidades
festas de covas de douro
Magusto S.Martinho

Festas e Romarias; Orago S. João Batista; Festa em honra de S. Domingos (04 de agosto); de 3 em 3 anos; Donelo – Festa em honra de Stª Mª Madalena;

Tradições: Lagaradas na época de vindima; Janeiras; Noite de S. João – Os foliões vão à porta das pessoas, tiram-lhes os vasos das plantas e expõem-nos ao longo do baile, onde posteriormente os donos os vão recolher.
Para mais Informações:
Covas do Douro – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Gouvinhas

Brasão de gouvinhas
Brasão de Gouvinhas

Gouvinhas é uma freguesia do extremo noroeste do concelho de Sabrosa, muito perto dos vizinhos concelhos de Peso da Régua e Vila Real e do distrito de Viseu.

História

Gouvinhas
Freguesia de Gouvinhas
Gouvinhas
Gouvinhas

A antiga freguesia era uma vigairaria da apresentação “ad nutum” do prior de Santa Maria de Goães. Mais tarde, passou a ser uma reitoria independente. Há um importante documento de 11 de Maio de 1580 que refere Gouvinhas. Nele, o papa Gregório XIII concede indulgências à Irmandade do Santíssimo Sacramento.

Memórias Paroquiais

Segundo as «Memórias Paroquiais» de 1758, Gouvinhas pertencia ao Arcebispado de Braga e ao termo e jurisdição eclesiástica de Vila Real e comarca de Lamego. Era terra do Infantado de Vila Real, na altura na posse do Infante D. Pedro. Tinha então 93 fogos e 334 pessoas.

Integração Administrativa

Até 31 de Dezembro de 1853, esteve integrado, para efeitos administrativos, no concelho de Provesende, extinto naquela data. Passou então para o município de Sabrosa.

Igreja Paroquial de Gouvinhas

Igreja Paroquial de Gouvinhas
Igreja Paroquial de Gouvinhas

A Igreja Paroquial de Gouvinhas, consagrada a Santa Maria Madalena, é o mais importante bem patrimonial da freguesia. Foi construída em meados do século XVIII, sabendo-se da existência de um contrato, em 1743, com o mestre carpinteiro José da Silva, morador no lugar de Constantim, para a execução da capela-mor e sacristia por 150 mil réis.

Casa dos Morgados de Gouvinhas

Casa dos Morgados de Gouvinhas
Casa dos Morgados de Gouvinhas

A Casa dos Morgados de Gouvinhas, construída no século XVIII, é uma casa brasonada com capela, de planta rectangular, composta por dois corpos, o principal e o piso térreo, ocupado com lojas e lagar, e capela adossada.

Para mais Informações:
Gouvinhas – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

A Freguesia de Paços

Brasão de Paços
Brasão de Paços
Paços
Freguesia de Paços

A freguesia de Paços, uma das mais antigas do concelho de Sabrosa, fica muito perto da freguesia-sede, na margem direita do rio Pinhão. É composta pelos lugares de Fermentões, Sobrados e Vilela do Douro. O povoamento da área em que se encontra esta freguesia remonta à pré-história. As mamoas do período Neolítico e o Castro de S. Martinho, da Idade do Ferro, assim o comprovam.

Ordenação Heráldica

A ordenação heráldica da freguesia, publicada a 31 de Outubro de 2001, é a seguinte: Armas – Escudo de prata, uma estrela de oito pontas de azul, colocada em ponto de honra, entre dois ramos de oliveira de verde, frutados de negro, com os pés passados em aspa. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: “PAÇOS – SABROSA”.

Monumentos Megalíticos

Plainas da Montelinha 1 é um monumento megalítico do período Neo-Calcolítico. Foi descoberto em 1990 por Huet Bacelar, que a descreveu como uma «mamoa muito arruinada» em que o seu respectivo «tumulus de terra é coberto por uma delgada couraça constituída por pedras de xisto acinzentado». O mesmo autor refere ainda a existência de uma pequena cratera de violação entulhada, onde se podia observar um esteio. Do mesmo período e sensivelmente no mesmo local é a Mamoa de Plainas da Montelinha 3. A Mamoa da Meieira, no Alto do Marãozinho, é de médias dimensões. Está localizada nas proximidades da estrada n.º 1268 que liga Abrecôvo a Vilela. Terá cerca de doze metros de diâmetro e meio metro de altura. Da câmara megalítica ainda restam 2 lajes de xisto que poderão corresponder a dois dos seus esteios. No centro do tumulus, ainda é visível uma cratera de violação.

História da Freguesia

Igreja de Paços
Capela de Vilela – Paços
Capela Mártir São Sebastião
Capela Mártir de São Sebastião

A primeira referência escrita à freguesia data de 1220, nas Inquirições ordenadas por D. Afonso II. Em 1258, nas Inquirições, a Igreja de Santa Maria de Paços possuía uma ermida, que, diz o documento, pertencera em tempos à coroa. Quanto ao nome da freguesia, aparece, pela primeira vez, em 1086, como “Palacios”. Em 1258 aparece como “Pacios”. Em 1290 surge já como “Paaços” – Paços.

Património Edificado

Em termos de património edificado, uma primeira palavra para a Igreja Paroquial de Paços, consagrada a Santa Ana. Foi construída no século XVIII através de projeto do arquiteto Francisco Correia de Matos. Situada no Assento de Paços, possui uma escultura quinhentista de Santa Maria de Paços e duas pedras de armas dos Morgados de Paços.

Cruzeiro da Senhora dos Aflitos

Em relação ao Cruzeiro da Senhora dos Aflitos, o IPPAR faz dele a seguinte descrição: «Sobre soco de planta quadrangular composta por três degraus escalonados, ergue-se base quadrada e plinto paralelepipédico, com cada uma das faces decoradas com almofada côncava moldurada. Na face principal surge a imagem de Cristo crucificado em pintura muito delida sobre caveira e três cravos relevados. Envolve os dois degraus superiores do soco e estrutura do alpendre, gradeamento de ferro com portão na face posterior.»
Para mais Informações:
Paços – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Brasão da União de Freguesias de Galafura e Covelinhas
Brasão União de Freguesias de Galafura e Covelinhas

S. Leonardo de Galafura

Antigo Brasão de S.Leonardo de Galafura
Brasão de S.Leonardo de Galafura

S. Leonardo de Galafura é uma das freguesias do extremo oriental do Peso da Régua. Daqui se alcançam vistas extraordinárias sobre o Douro, as mesmas que Miguel Torga evocou nas suas obras. Uma necrópole medieval cristã confirma a antiguidade do seu povoamento. Classificado como Imóvel de Valor Concelhio, este conjunto de quatro sepulturas escavadas no xisto, de planta sub-rectangular, deve datar do século VII.

Vestígios Históricos

Miradouro de São Leonardo de Galafura
Miradouro de São Leonardo de Galafura

Nas proximidades, foram encontrados vestígios romanos, nomeadamente tijolos, tegulas e fragmentos de talhas romanas, o que faz pressupor que o local terá sido utilizado anteriormente. O nome da freguesia, segundo a lenda, deriva de um rei mouro que governava o fortim de S. Leonardo, chamado “Galafre”.

História Administrativa
Em termos administrativos, Galafura pertenceu em tempos ao concelho de Vila Real. Na primeira metade do século XIX, foi transferido para o de Canelas e, depois da extinção deste, em 1859, para o de Peso da Régua.
Pontos de Interesse
Igreja de São Vicente de Galafura
Igreja de São Vicente de Galafura
Cemitério Mouro de Galafura
Cemitério Mouro de Galafura

Para além das sublimes paisagens, merecem destaque em S. Leonardo de Galafura os marcos que delimitam a zona de produção dos vinhos generosos do Douro, classificados como Imóvel de Interesse Público; o conjunto edificado da Igreja Matriz, Campanário e Cruzeiro, também classificado como Imóvel de Interesse Público; e ainda o Cemitério Mouro, a Quinta de Matos e as Capelas de S. Leonardo e de Santo António.

Citação de Miguel Torga

Citação de Miguel torga
Citação de Miguel Torga
Miguel Torga
Miguel Torga
Diário IX Miguel Torga
Diário IX Miguel Torga

«À proa dum navio de penedos, A navegar num doce mar de mosto, Capitão no seu posto De comando, S. Leonardo vai sulcando As ondas Da eternidade, Sem pressa de chegar ao seu destino. Ancorado e feliz no cais humano, É num antecipado desengano Que ruma em direcção ao cais divino.» (Miguel Torga)

Covelinhas

Brasão de Covelinhas
Brasão de Covelinhas
Miradouro de Covelinhas
Miradouro de Covelinhas

Covelinhas nasceu e cresceu com vista para o rio Douro, nele reflectindo toda a sua simplicidade. Junto à margem passa a linha de caminho de ferro, que possibilita, saindo da Régua e indo até ao Pocinho, um dos mais belos itinerários ferroviários de sempre. Covelinhas é uma zona de futura expansão turística.

História Antiga

Vilarinho dos Freires
Vilarinho dos Freires

Os romanos, após a conquista da Península e a expulsão dos cartagineses, cerca de 202 AC, começaram a fortificar os povos para se defenderem dos inimigos, edificaram entre muitos crastos, o de Vilarinho dos Freires e o de Covelinhas. Já no princípio da monarquia, Covelinhas teve alguma importância, tendo-lhe D. Afonso Henriques dado foral, que se encontra na Torre do Tombo. Covelinhas foi repovoada por D. Sancho I, tendo pertencido ao concelho de Canelas, até à extinção do mesmo, em Dezembro de 1853.

Tradição Local
Segundo a tradição, este pequeno povoado chamava-se antigamente Covelas e contém filões de precioso metal, dizendo os mais idosos que os de Covelas atiravam com ouro às cabras julgando atirar com pedras.
Para mais Informações:
Junta de Freguesia de Galafura e Covelinhas; Câmara Municipal de Peso da Régua;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

A Freguesia de Sabrosa

brasão freguesia de Sabrosa
Brasão – Sabrosa

Sede de concelho, a freguesia de Sabrosa é habitada desde tempos imemoriais. O Castro de Sabrosa, conhecido também como Castelo dos Mouros ou Castelo de D. Sancha, é o seu vestígio arqueológico mais importante. Classificado como Imóvel de Interesse Público, começou a ser povoado durante a Idade do Ferro, sendo que esse povoamento continuou durante o período romano e durante a Idade Média.

Localização e Estrutura do Castro

Castro de Sabrosa
Castro do Douro
Castro do Douro
Castro do Douro

Está implantado num disfarçado cabeço que se desenvolve na vertente leste da serra do Criveiro. Dali se obtém uma excelente perspectiva sobre o vale do rio Pinhão, ideal para a defesa do povoado. É composto por três ordens de muralhas em granito, um duplo fosso e provavelmente um campo de pedras fincadas.

Espólio Arqueológico

Do espólio recolhido neste local, salienta-se muitos fragmentos de cerâmica lisa e decorada com uma cronologia que oscila entre a Idade do Ferro e a Idade Média; um machado de ferro, moedas romanas, fíbulas, bolas de funda e algumas epígrafes.

Património Edificado

Igreja matriz de Sabrosa
Igreja Matriz de Sabrosa
Capela de São Roque
Capela de São Roque
No que diz respeito ao património edificado, a Casa de Pereira está classificada como Valor Concelhio. Julga-se que aqui terá nascido Fernão de Magalhães, no último quartel do século XV. É uma casa rural de lavoura, caracterizada por pequenas aberturas e sem qualquer elemento erudito na sua arquitetura. A Igreja Paroquial, consagrada ao Divino Salvador, é um templo tardo-barroco, construído provavelmente em finais do século XVIII. Enquadra-se na tipologia das fachadas-torre.

Outros Elementos do Património Local

Os Paços do Concelho, o Solar dos Canavarro de Barros, a Capela de S. Roque e uma casa manuelina na rua Fernão de Magalhães são também elementos significativos do património local.
Para mais Informações:
Sabrosa – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

A Freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão

Brasão de S.Lourenço de Ribapinhão
Brasão – S.Lourenço de Ribapinhão
S.Lourenço de Ribapinhão
São Lourenço de Ribapinhão

S. Lourenço de Ribapinhão está situada na parte norte do concelho de Sabrosa. Como o próprio nome indica, toda a sua história está ligada à sua localização geográfica e à presença do rio Pinhão.

Ordenação Heráldica

A ordenação heráldica da freguesia é a seguinte: Armas – Escudo de ouro, grelha de negro posta em pala, entre dois ramos de oliveira de verde, frutados de negro, com os pés passados em aspa; campanha diminuta ondada de azul e prata de três peças. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: «S. LOURENÇO DE RIBAPINHÃO».

Fonte de Nossa Senhora da Saúde

A Fonte de Nossa Senhora da Saúde é um dos principais motivos de interesse da freguesia. Terá sido construída em finais do século XVII. Uma das primeiras referências à sua existência data de 1721 e alude às propriedades medicinais das suas águas. É uma fonte de espaldar maneirista, de planta retangular, definida por pilastras e com capitéis jónicos, que suportam entablamento e frontão. Possui duas bicas carrancas.

Capela de Nossa Senhora da Saúde

Nossa senhora da Saúde - Saudel
Fonte da Nossa Senhora da Saúde – Saudel

A Capela de Nossa Senhora da Saúde deve datar do século XVII. Templo maneirista, barroco e neoclássico, merece destaque pelo interior, com os seus retábulos rococós e neoclássicos.

Capela de Nossa Senhora da Conceição

A Capela de Nossa Senhora da Conceição, barroca e neoclássica, data de 1792, de acordo com a inscrição sobre o lintel do portal. De planta longitudinal, a fachada principal destaca-se pelas pilastras coríntias nos cunhais. O interior é coberto por tecto de madeira de perfil curvo. O elemento mais valioso é o retábulo-mor oitocentista em talha policroma.
Para mais Informações:
S.Lourenço de Ribapinhão – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

A Freguesia de Souto Maior

Brasão de Souto Maior
Souto Maior

A freguesia de Souto Maior fica na parte oriental do concelho de Sabrosa, no limite com o vizinho município de Alijó. A cinco quilómetros da sede do concelho, é constituída pelos lugares de Feitais e de Souto Maior. Algumas fortificações castrejas, no extremo sul da freguesia e no seu limite com Sabrosa, demonstram a antiguidade do seu povoamento. Nomes como Antas, Lagelo ou Crestelo têm um sentido claramente arqueológico. Souto Maior, por seu turno, parece ter um sentido geográfico.

História de Souto Maior

Souto Maior
Souto Maior

Da história de Souto Maior, ressalta o facto de ter sido concelho. De pequenas dimensões, os seus limites correspondiam sensivelmente à área da atual freguesia. Recebeu carta de foral de D. Sancho I em 1196. Foi senhor da freguesia o Conde Gomes Echíguiz, da descendência dos Sousões, que era dono de uma vasta região de Ribapinhão. A povoação chamava-se então Souto de Panóias. Em termos eclesiásticos, em 1320, segundo o Catálogo das Paróquias do Reino, realizado por ordem de D. Dinis, toda a área da atual freguesia pertencia ao bispado de Braga.

Limites do Antigo Concelho

Referem os documentos em relação aos limites desse antigo concelho: «Pelo rio Pinhão e pela água de Rubi-Rubi, e pela bouça do Conde e pelo penedo do Furado e pelo penedo do Freixo e pela pala de Carvalho e pela ponte de Revordeiro, e daí pelo Ladário e pela pala do Conde, conforme parte com Anta, e por Currelos e pela presa de S. Martinho e pela pedreira de Cidelho, e daí conforme parte com Paços e entra em Lagelas, conforme fere no rio Pinhão, e por este acima até à foz dele.»

Património Edificado

Em termos de património edificado, uma primeira palavra para a Capela do Calvário e a Via-Sacra. Ergue-se à entrada da povoação, junto à estrada. Foi edificada em 1896, juntamente com os Cruzeiros da Via-Sacra. É um templo de planta longitudinal, simples, e de características vernáculas. A fachada principal termina em empena e é rasgada por um portal de verga reta e por um óculo circular. Sobre os cunhais da fachada, atente-se nos elegantes pináculos. No interior, salienta-se um nicho com representação pictórica e escultórica do Calvário.

Antiga Escola Primária de Souto Maior

A antiga Escola Primária de Souto Maior foi construída no primeiro quartel do século XX. É uma escola de linhas simples e clássicas, de características utilitárias, tendo sido construída numa altura, a Primeira República, em que se verificava uma grande expansão do ensino primário em Portugal. A fachada principal é de dois panos, sendo coroada ao centro por uma sineira. O interior, cuja cobertura é em madeira, é dividido em várias salas de aula.

Igreja Matriz

Igreja Matriz de Souto Maior
Igreja Matriz de Souto Maior

Quanto à Igreja Matriz, consagrada a Santa Comba, data a sua construção do século XVIII. Sabe-se que um tal de António Pereira, do lugar de Pegarinhos, trabalhou como mestre pedreiro na obra em 1795, essencialmente na parte das casas paroquiais. É um templo modesto, cuja fachada principal termina em empena. Uma janela retangular sobrepuja o portal principal. Alguns metros à frente da fachada principal, um pequeno campanário com dois sinos.

Para mais Informações:
Souto Maior – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

A Freguesia de Torre do Pinhão

Torre do Pinhão
Brasão de Torre do Pinhão
Torre do Pinhão
Torre do Pinhão

Torre do Pinhão é a freguesia mais a norte do concelho de Sabrosa, situada muito perto dos concelhos de Vila Real e Vila Pouca de Aguiar. O povoado fortificado de Murada parece datar da Idade do Ferro. De dimensões médias, está situado num cabeço em esporão da Serra da Padrela. É defendido por uma linha de muralha construída que, nalguns pontos, tem dois metros de altura. O povoado encontra-se em posição dominante à Ponte do Arco e à via romana por esta servida, razão pela qual devia continuar a ser habitado durante o período romano.

História da Freguesia

As primeiras informações escritas sobre a freguesia datam do primeiro quartel do século XIII. Um documento de 16 de Janeiro de 1223 refere que o abade do Mosteiro de Pombeiro concedeu carta de povoamento a três casais, Martinho Soares, Pedro Pires e Domingos Pires com as respetivas esposas, para povoarem a aldeia da Torre, tendo de pagar ao mosteiro, anualmente, seis morabitinos, três teigas de cereal e três galinhas. O objetivo, obviamente, era desenvolver uma povoação que até aí estava praticamente abandonada. Estes foros ainda se mantinham em meados do século XV, aquando da inquirição que D. Fernando da Guerra, arcebispo de Braga, mandou fazer sobre as propriedades da Mitra bracarense.

Paróquia de S. Tiago

Quanto à paróquia, terá sido criada, na ermida de S. Tiago, lugar da Torre, durante o século XVI. Esta paróquia resultou do desmembramento da paróquia de S. Lourenço de Riba Pinhão, também do padroado da Sé de Braga. Nos inícios do século XVIII, tinha 130 fogos.

Património Edificado

Capela de Torre do Pinhão
Santuário do Senhor dos Aflitos
Barragem dos Carrujos
Barragem dos Carrujos

Em termos de património edificado, uma primeira palavra para o Santuário do Senhor dos Aflitos, situado no extremo da freguesia e ao qual se chega pela Estrada Municipal Torre de Pinhão – Vreia de Jales. Implantado no cimo do monte, adapta-se de forma admirável ao declive da superfície rochosa. Este templo, construído no século XX, é composto por capela de planta longitudinal. As fachadas terminam em cornija, a principal em empena truncada por sineira e rasgada por portal de verga reta. No mesmo local, terá existido em tempos uma outra capela.

Igreja Paroquial

Igreja Paroquial de Torre do Pinhão
Igreja Paroquial S.Tiago

A Igreja Paroquial, consagrada a S. Tiago, ergue-se no centro da povoação. Construída na primeira metade do século XVIII, embora com alterações posteriores. É um templo maneirista, barroco e revivalista, de planta longitudinal, composta por nave única e capela-mor. A fachada principal termina em frontão triangular truncado por uma dupla sineira. No interior, apresenta coro-alto de madeira, um retábulo barroco (o lateral do lado da Epístola) e os restantes retábulos revivalistas. Os tectos são pintados com pintura revivalista de caráter vernacular, típicas da década de 1970.

Arquitetura Tradicional

As suas casas tradicionais em granito, com telhados em colmo, são outro dos motivos de interesse da visita à freguesia.
Para mais Informações:
Torre do Pinhão – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Brasão - S.Cristóvão do Douro

Brasão - S.Cristovão do Douro

Brasão - Gouvães do Douro

Brasão - Gouvães do Douro

Brasão - Provesende

Brasão - Provesende

A Aldeia de Provesende

Provesende
Aldeia de Provesende

Situada em pleno Alto Douro Vinhateiro, a aldeia de Provesende, em Sabrosa, é um recanto a não perder. Na margem norte do rio Douro, a sua localização no alto de um planalto oferece uma vista singular sobre a região vinhateira mais antiga do mundo, Património Mundial da Unesco. As muitas vinhas que a rodeiam, a praça principal da aldeia e os seus magníficos edifícios oferecem uma viagem no tempo com muito para descobrir. Venha conhecer esta pérola do Douro!

Património e Arquitetura

pelourinho de Gouvães
Pelourinho de Gouvães do Douro

Provesende é uma aldeia bem preservada que promete encantar com seu património único e singular. Num passeio prolongado pelas ruas da aldeia, observe os solares em granito e as várias casas nobres que atestam o poder e a riqueza da região. O local preserva um belo Pelourinho e, no centro da aldeia, junto à Igreja Matriz, de traça setecentista, está o Fontanário em granito, datado de 1755. Não deixe de visitar também, junto a esta fonte, uma padaria típica cuja configuração se mantém idêntica à data em que abriu portas: 1940.

Museu da Filoxera

Classificada como “Aldeia Vinhateira do Douro”, em Provesende terá lugar, futuramente, o Museu da Filoxera, já que foi nesta aldeia que se começou a combater esta praga no século XIX. A doença das vinhas destruiu, nesta fase, a produção de vinho do Porto no Douro. Vale a pena conhecer este espaço que conta uma parte da história do território.

Eventos e Festividades

Uma boa altura para visitar Provesende é durante o Festival das Aldeias Vinhateiras do Douro, que celebra estes pequenos locais cheios de história e se realiza entre setembro e outubro. Outra época de festa é a da celebração do Senhor Jesus de Santa Marinha, que acontece no último domingo de maio, na Igreja de Santa Marinha. Para prolongar a estadia, escolha uma das unidades de alojamento da aldeia.
Para mais Informações:

União das freguesias de Provesende, Gouvães do Douro e São Cristóvão do Douro – Câmara Municipal de Sabrosa;

Fonte:www.aldeiasportugal.pt

Provesende por Márcia Santos Barros

Paradela de Guiães

Guião e São martinho de Antas
Capela Nossa senhora da Azinheira
Senhora da Azinheira
Senhora da Azinheira

Paradela de Guiães é uma freguesia do extremo ocidental do concelho de Sabrosa, no limite com o vizinho município de Vila Real. Situada no vale do rio Ceira, dista nove quilómetros da sede do concelho.

Origem do Nome

O nome da freguesia, Paradela, é da mesma família de Parada e está relacionado com um foro medieval, que consistia em terem os vassalos, enfiteutas ou colonos, e mesmo os párocos rurais, e mosteiros (com respeito aos seus bispos), preparados e prontos certos mantimentos (ou dinheiro para eles) e aposentadoria para os seus respectivos senhores (e bispos, tratando-se de mosteiros) e sua comitiva. No fundo, parada era a refeição que os habitantes de uma aldeia eram obrigados a dar aos seus Senhores. Outros autores, no entanto, preferem a teoria segundo a qual Paradela alude a uma parede ou um qualquer muro de fortificação castreja. Assim sendo, estaria comprovada, só pela toponímia, a antiguidade do povoamento da área onde se situa hoje esta freguesia.

Guiães

Quanto a Guiães, parece ser um nome de origem germânica. O genitivo de algum possessor, Gogilanes, que por aqui andou na Baixa Idade Média e teve a sua villa e os seus terrenos.

História

Uma das primeiras referências escritas à freguesia data de 1258, ano em que se realizaram as Inquirições de D. Afonso III. Nessa altura, Paradela de Guiães, bem como grande parte do atual concelho, era uma «villa» rústica povoada por homens ao serviço de D. Lopo Nunes e a sua filha, D. Sancha. Em termos administrativos, Paradela de Guiães esteve integrada, ao longo da Idade Média, no julgado de Panóias, dominado em grande parte pela estirpe dos Sousões. Mais tarde, foi do concelho de Provesende até à sua extinção, ocorrida a 31 de Dezembro de 1853. A partir daí, transitou, definitivamente, para o município de Sabrosa.

Património

S.Martinho de anta
S.Martinho de Anta
Em termos de património construído, os bens mais importantes são aqueles que estão relacionados com Bento da Rocha Cabral, um benemérito natural da freguesia, que fez fortuna no Brasil como comerciante e regressou a Portugal para distribuir parte da sua riqueza. Em Paradela de Guiães, a Fonte, o Cruzeiro e a Escola foram construídas a expensas suas. Quando morreu, em 1921, deixou à freguesia setenta contos, valor muito considerável para a época.

A Fonte Bento da Rocha Cabral

A Fonte Bento da Rocha Cabral está situada no centro da povoação, adossada à fachada lateral direita da Capela do Solar dos Pessanhas. Foi edificada na primeira metade do século XX (1905) por Anastácio Pinheiro, um artista da Régua. É uma fonte revivalista, de espaldar, com características rococó. Termina em empena recortada, formando como que lanços marcados pelas bicas, decoradas por conchas e pelas volutas laterais.

O Solar dos Pessanhas

Junto a esta fonte, encontra-se o Solar dos Pessanhas, brasonado e com acesso ao interior por portão armoriado. A Capela que lhe está anexa termina em empena. É rematada na extremidade por quatro pináculos.

O Cruzeiro do Largo do Eiró

O Cruzeiro do largo do Eiró foi construído em 1875. É um monumento neoclássico de caminho – plinto rectangular, coluna de ordem toscana e braços quadrangulares.
Para mais Informações:
União de Freguesias de São Martinho de Anta e Paradela de Guiães – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)

Vilarinho de S. Romão

Vilarinho de S. Romão situa-se na parte oriental do concelho de Sabrosa, para sul do mesmo. Fica na margem direita do rio Pinhão, afluente do rio Douro. O seu povoamento remonta à pré-história.

Povoado Fortificado

Vilarinho de S.Romão
Vilarinho de S.Romão

O povoado fortificado do Monte de S. Pedro começou a ser povoado na Idade do Ferro e esse povoamento prolongou-se pelo período romano. No seu interior, foram encontrados à superfície abundantes fragmentos de cerâmica romana e urnas funerárias. Em finais do século XIX, ainda eram visíveis partes da muralha defensiva. Deveria ficar num cabeço sobranceiro ao rio Pinhão, em frente à aldeia de Paradelinha, mas a inexistência de vestígios na atualidade dificulta que haja certezas sobre este assunto.

História da Freguesia

Freguesia de S.Romão
Vilarinho de S.Romão

A freguesia é referida pela primeira vez nas Inquirições de 1220, de D. Afonso II. Era uma das terras iniciais de Panóias. Em 1706, a igreja era do padroado de Santo Eloi, da cidade do Porto, dos religiosos de São João Evangelista, cujo reitor apresenta um religioso da Ordem pelo prazo de três anos.

Alojamento

Para quem quer pernoitar na freguesia, não pode deixar de ser destacada a Casa de Vilarinho de S. Romão. Trata-se de uma unidade de turismo de habitação, construída no século XVII e recentemente adaptada às novas funções. A capela da casa é ainda mais antiga, pois foi fundada em 1462. Atualmente, dispõe de seis quartos com WC privativo e um ambiente de luxo que só tem paralelo na beleza das paisagens exteriores.

Igreja Paroquial

Igreja de S.Romão
Igreja Paroquial de S.Romão

Continuando na senda do património, temos também a Igreja Paroquial de Vilarinho de S. Romão. Foi construída em 1743, segundo inscrição no portal axial. De características maneiristas e barrocas, apresenta planta longitudinal, composta por nave e capela-mor. A fachada termina em frontão de lances e é rasgada por um portal de verga reta. Tem adossada torre sineira de três registos, mas de época posterior à da própria igreja.

Capela de Santo Amaro

A Capela de Santo Amaro, no lugar da Paradelinha, situa-se num pequeno esporão do planalto à entrada do povoado, sobranceiro ao vale do rio Pinhão. Foi construída no século XVIII.

Solar dos Pereiras Lagos

Solar dos Pereiras
Solar dos Pereiras Lagos
O Solar dos Pereiras Lagos localiza-se junto à estrada que atravessa a povoação de Vilarinho de S. Romão. Construído no século XVII, foi reformado no século XVIII. É um solar de grande simplicidade estilística, de características maneiristas, que segue a organização social típica da região. No piso térreo, as lojas e oficina vinária; no andar nobre, a zona habitacional. Exteriormente, a maior preocupação decorativa recai no portal principal, que ainda assim é muito sóbrio.

Fonte das Lavandeiras

A Fonte das Lavandeiras data de 1893, conforme inscrição num dos espaldares da ponte. Em 1926, foi reformada. Na segunda metade do século XX, foi construído o alpendre do tanque e arranjada a sua envolvente, com a colocação de uma pérgula, uma mesa e bancos de pedra.

Ordenação Heráldica

Brasão de Vilarinho de S.Romão
Brasão de Vilarinho de S.Romão
A ordenação heráldica da freguesia, publicada a 10 de Outubro de 2000, é a seguinte: «Armas – Escudo de ouro, uma batateira arrancada de verde, com cinco tubérculos de vermelho, entre dois cachos de uvas de púrpura, folhados de verde, em chefe e três girões de vermelho em campanha. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco com a legenda a negro em maiúsculas: “VILARINHO DE S. ROMÃO”.
Para mais Informações:
Vilarinho de São Romão – Câmara Municipal de Sabrosa;

(Fonte: www.retratoserecantos.pt)